quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Retorno!

A última vez que estive neste blog foi em 2013... Este foi meu primeiro no Blogger... Outros vieram com o tempo com temas diferentes... Um tema me levando a caminhos totalmente novos... Lembrei-me hoje deste blog e resolvi ver como estava... É... Abandonado e repleto de teias de aranhas e assuntos antigos...

Muita coisa aconteceu em minha vida de 2013 pra cá. Dediquei-me a uma infinidade de tarefas, causas e trabalhos. A minha Vida também deu algumas reviravoltas então, retorno hoje não sendo mais a mesma que era há dois anos atrás...  E procurando um sentido no que postei aqui! Talvez, este espaço não possuía tanto sentido pra mim... Talvez, não o levasse tão à sério... Talvez eu não havia descoberto como usar este recurso de comunicação...

Bem... Vamos ver amanhã o que irei fazer com este espaço...



Sobre a Empatia....


domingo, 1 de setembro de 2013

Algodão Doce -- Daniel Azulay

"Sentado no caixote 
Abraçado na viola 
A roda pede pra cantar 
Eu canto e digo agora é hora 
De voltar ao princípio, 
Ao começo da história 
De que tempos me recordo 
Só eu sei por onde andei 
É pena que hoje acordo 
Pra contar o que sonhei 

Corre, corre, corre 
Curriola, corre, corre 
Vem chegando o 
Algodão doce, 
Algodão doce 


Bate o sino, 
o que é que trouxe 
Algodão doce, algodão doce 
Roda, roda, roda, bicicleta 
Bicicleta roda, roda 
Desfazendo 
O algodão doce 
Que o tempo levou"




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sábado, 28 de julho de 2012

A verdadeira face do amor


Por Vanessa Athayde Pinto.

"Não acredito em conto de fadas, e por que ei de acreditar? Filmes, livros, histórias criadas pelas pessoas está longe demais de nossa humilde realidade, onde tudo é diferente do que podemos esperar que aconteça.

O verdadeiro amor é duro, tudo se sofre, o medo toma conta e quando se tem esperança demais gera inúmeras incertezas do que poderá aparecer a seguir. 

Os ciúmes destroem uma relação e o amor que é pra ser perfeito torna-se imperfeito aos olhos reais de quem o vê e vive esse amor.

E quando duas pessoas são orgulhosas demais, o amor se confunde, mas mesmo que possamos odiar tanto o amor que há dentro de si com toda força que há no mundo, não tem raiva que faça deixar este amor morrer, pois quanto mais se odeia mais se ama, é a linha tênue de dois sentimentos opostos que caminham juntos. 

Mas apesar de tudo, o amor é sincero, é fiel e não tem nada mais bonito que este sentimento, é puro e verdadeiro, quando vivenciado de forma única e completa, podemos acreditar que a felicidade entrará na alma e permanecerá por anos sem fim."

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Sonho Impossível - Maria Bethânia

Sonhar mais um sonho impossível
Lutar quando é fácil ceder
Vencer o inimigo invencível
Negar quando a regra é vender

Sofrer a tortura implacável
Romper a incabível prisão
Voar num limite improvável
Tocar o inacessível chão

É minha lei, é minha questão
Virar este mundo, cravar este chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz

E amanhã se este chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu
Delirar e morrer de paixão

E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão




segunda-feira, 10 de outubro de 2011

"A Coragem de Carolina - Pérolas de Lágrimas - Robert A. Schulle




‎"A Coragem de Carolina - pérolas de lágrimas" - Robert A. Schuller


Este título foi um livro que li na minha adolescência e que me ensinou muito o valor do que somos e a aceitar  compreendendo também o que nos tornamos! 


Em um período da sociedade humana em que perfeição é uma imagem externa trabalhada com bisturi e químicas, neste livro aprendemos que 'Ser' vai bem além disto e se sua pessoa interna não for trabalhada, não será capaz de suportar as adversidades que surgem no caminho da existência, muito menos suportá-las.


Infelizmente, o livro que eu li era de uma biblioteca, e procurando na rede não encontrei capa ou algum resumo do livro para compartilhar aqui. O livro além de ser um relato da luta de Carolina, possuí muitas fotos. Então, vou contar do que me lembro da história, pois dele só ficaram mesmo as partes mais fortes e as lições que aprendi.


"Carolina é uma pessoa real. Uma adolescente (acho que americana) no auge de sua beleza e vigor. Ela tinha um futuro promissor e estava cheia de projetos para realizar.
Mas um dia,ela sofre um grave acidente e consegue sobreviver mas fica tetraplégica: não consegue mais mover o corpo do pescoço pra baixo. 


Sua luta à partir daí é aceitar a sua nova condição. Seus pais empenham-se constantemente para lhe mostrar que enquanto há vida ainda se pode viver, mas sua limitação física a transforma em uma pessoa revoltada, mal humorada e arrogante - para a maioria das pessoas seria aceitável e justificável.  Este seu estado interior dura pouco: a fé através da crença de seus pais vai lhe fazenco compreender porque algumas coisas acontecem na vida das pessoas e que o modo como elas encaram tudo isso pode ou não ser o fim.


A parte mais emocionante do livro é o colar de pérolas oferecido pela mãe: 'cada pérola é uma lágrima'...


Carolina enfim compreende seu novo estado e dá uma virada surpreendente na história!"


Duas frases do livro que anotei em uma agenda velha e guardei até hoje:


"CREIO EM UM DEUS GRANDE!
Deus é tão grande que não podemos nem começar a entende-lo. Ninguém pode entender a eternidade. (Jó 36:26) "


"DEIXAREI QUE DEUS SE PREOCUPE EM MEU LUGAR, PORQUE DEUS FICA ACORDADO À NOITE INTEIRA, EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. Deixem com Ele todas as suas preocupações e cuidados, pois Ele está sempre pensando em vocês e vigiando tudo o que se relaciona com vocês. (I Pedro 5:7)"

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Ovelha Bastarda




A última sinfonia entoada pelas árvores no crepúsculo
Das arritmias de minha alma com os pulsos sangrando,
E tudo o que senti, vi, procurei, quis, passa ofuscando
Em um efêmero segundo nas retinas antes ávidas de viver; porém pulo



Em meu próprio auto-abismo, rendo-me enfim a navalha da Tristeza.
Queria antes disso ver pela última vez o sorriso da Inocência
Encarnados no rosto lírico que emana de meu sobrinho da Vida a beleza,
E que tanto busquei dentro de mim, no mundo, e no âmago da Ciência.




Clamam a mim em todos os meus átomos os múltiplos olhares
De todos os cadáveres, abrindo as portas do Desconhecido
Para o Cosmo metafísico, e das personas em quem eu poderia ter sido;
_ “Bem-Vindo Irmão”, saúda-me a Morte aspergindo os mares



Eternos das decomposições, dos rios de vermes, no fogo eterno do esquecimento
Onde meu ser abraçou com tanto fervor, sede, volúpia e castidade o mundo e a vida,
E eu vago sozinho sem memória, sem corpo, sem esperanças no Hades, desprovida
A minha alma que sempre foi metafórica, vocabular, uma invenção do humano embrutecimento.




Não vos entristeçam pai e mãe com meus erros, pecados e minha ida definitiva;
Não procureis em vós mesmos, e nem no mundo, remorsos, culpados e ressentimentos;
Vós não necessitais buscar as causas e explicações para de meu ser os reais desmoronamentos,
Seis irmãos: lembrem-se de que dentro de vós alguma fagulha de mim permanecerá viva.



Os Lírios de nossa infância (meu genial e lindo irmão de 1982)
Ainda inebriagam com alegria o quintal, as aventuras, a antiga casa;
Éramos sim tão felizes, mas sou agora uma casca vazia, morta, sem asa;
E de tanto mergulhar em nossa infância, perdi-me do Hoje e de todo Depois.




Cantando, blasfemando, festejando de tão ébrio da Vida como seu maior adorador,
No barco de Caronte sigo rindo de Deus, de mim mesmo e dos divinizados Nadas;
Prostituí-me com o Inferno depois do divórcio da Vida com suas ciladas:
Ao me vender e me trair com um beijo e por duas moedas; eu: seu amante de tanto ardor.         


   


Fiz da Morte e da Vida minha tragédia e meu drama quixotesco,
Onde usei máscaras, fiz amigos, chorei alegrias e orvalhei lágrimas;
Dói de antemão a ausência de novas músicas, outros livros, tudo o que é burlesco
Em nossas vidas, cujo amanhã estenderá uma outra mão para escrever rimas



Num outro contexto social, histórico, cultural, no mesmo ciclo repetitivo;
Onde meu corpo, minhas palavras, minha consciência se dissiparão no inaudito coração.
Um último gole a fim de que zombemos face-a-face o absurdo de tudo o que é vivo,
Ou o que é suposto como real, molecular, ou divino; risível e belo são os réquiens da criação.








Gilliard Alves Rodrigues


5h32min
21-09-11 
Direitos Reservados - Dê ao autor os devidos créditos





http://www.recantodasletras.com.br/poesiasdetristeza/3231891

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Manaus Baré




Sou do verde dessa floresta
Do marrom dessa terra
Sou do azul deste céu
Do negro de nossas noites

Sou do café e do açaí
Do buriti e também ingá
Sou das castanhas e castanheiras
Das laranjas e laranjais

Sou do branco e do negro
Do índio e do estrangeiro
Sou da raça e da cor
Da nação e do povo

Sou do tambaqui e do tacacá 
Da tapioca e do beiju
Sou da maniçoba e da paçoca
Do guaraná e do pirarucu

Sou da lenda e da verdade
Do guerreiro baré até o cavaleiro
Sou do teatro desta cidade
Da beleza que cobre as tarde

Sou do sabor do cupuaçu
Da pesca do tucunaré
Sou do ardor do tucupi
Do pirão e da farinha de mandioca

Sou da pupunha e do tucumã
Da onça pintada e do peixe-boi
Sou da natureza e da jiboia
Das araras azuis e vermelhas

Sou do encontro das águas
Do Rio negro e Solimões
Sou da cultura e do boi bumbá
Do garantido e caprichoso

Sou caboclo do mato
Do banho de rio e de cuia
Sou dos passeios em canoas
Da palafita feita de palha seca

Sou assim brasileiro
Desta cidade sou nativo
Sou do pulmão do mundo
E deste chão sempre serei filho dos nobres manaós.

@DerleyViana


Publicado em Recanto das Letras

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Nuvem Passageira - Hermes de Aquino

Para mim e para meu mano Anderson!




Eu sou nuvem passageira
Que com o vento se vai
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai


Não adianta escrever meu nome numa pedra
Pois esta pedra em pó vai se transformar
Você não vê que a vida corre contra o tempo
Sou um castelo de areia na beira do mar


A lua cheia convida para um longo beijo
Mas o relógio te cobra o dia de amanhã
Estou sozinho, perdido e louco no meu leito
E a namorada analisada por sobre o divã


Por isso agora o que eu quero é dançar na chuva
Não quero nem saber de me fazer, ou me matar
Eu vou deixar um dia a vida e a minha energia
Sou um castelo de areia na beira do mar

domingo, 14 de agosto de 2011

Nos Bailes da Vida - Milton Nascimento




Composição: Fernando Brant / Milton Nascimento


Foi nos bailes da vida ou num bar
Em troca de pão
Que muita gente boa pôs o pé na profissão
De tocar um instrumento e de cantar
Não importando se quem pagou quis ouvir
Foi assim
Cantar era buscar o caminho
Que vai dar no sol
Tenho comigo as lembranças do que eu era
Para cantar nada era longe tudo tão bom
Até a estrada de terra na boléia de caminhão
Era assim
Com a roupa encharcada e a alma
Repleta de chão
Todo artista tem de ir aonde o povo está
Se for assim, assim será
Cantando me disfarço e não me canso
de viver nem de cantar


Para: Boca de Valores, Fábio da Mundo Novo, Paulinho Parada, Luiz Alberto Machado, Marcelo Diniz, Vexus, Marcelo Bechaga e todos os meus amigos músicos!

sábado, 13 de agosto de 2011

Amanhã - Guilherme Arantes





Amanhã!
Será um lindo dia
Da mais louca alegria
Que se possa imaginar
Amanhã!
Redobrada a força
Prá cima que não cessa
Há de vingar
Amanhã!
Mais nenhum mistério
Acima do ilusório
O astro rei vai brilhar
Amanhã!
A luminosidade
Alheia a qualquer vontade
Há de imperar!
Há de imperar!
Amanhã!
Está toda a esperança
Por menor que pareça
Existe e é prá vicejar
Amanhã!
Apesar de hoje
Será a estrada que surge
Prá se trilhar
Amanhã!
Mesmo que uns não queiram
Será de outros que esperam
Ver o dia raiar
Amanhã!
Ódios aplacados
Temores abrandados
Será pleno!
Será pleno!




segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O pássaro celestial

de Anderson Nascimento




No cair de uma noite um rápido canto se iniciou. Mas contrário do que pensavam a canção não era produzida por nenhum humano e sim por um pássaro.


        Neste pequeno vilarejo todos já estavam acostumados a viver de um modo passivo, a escutar belas melodias da natureza, mas nada se comparava ao som do tal pássaro.


         Poetas do vilarejo definiam seu som como uma nova moradia, um modo de viajar no interior dos pensamentos.


         Simplesmente celestial e surreal.


         E assim ficou conhecido, o pássaro celestial. Só havia um problema, apenas no cair da noite de cada estação o pássaro cantava. Tentaram caçá-lo, vê-lo de alguma maneira sendo todas as tentativas em vão.


         Sua voz surgia do nada e a notícia do pássaro que cantava acalmando a alma se espalhou entre todos. Então no começo de cada estação uma multidão se reunia no centro do vilarejo e escutavam silenciosa a canção do pássaro. Quando encerrada, uma fogueira era acesa e todos festejavam pelo resto da noite.


         Certa vez o rei do vilarejo onde o pássaro cantava ordenou que o capturassem.  Por duas estações o pássaro foi visto antes de partir e na última do ano, num reflexo que o caçador julgou ser sorte, conseguiu capturá-lo.


         Toda a multidão protestou, mas nada poderiam fazer contra o rei. O motivo dele tanto querer o pássaro era absurdo: sua amada estava triste, então talvez a tal canção tão aclamada a alegrasse um pouco.


         Indignados, os moradores do vilarejo se perguntavam por que a esposa do rei não poderia vir ao vilarejo escutar a canção junto a eles, os pobres.


         E assim muitos falatórios começaram. Diziam que o rei não amava verdadeiramente sua esposa e que tinha inúmeras amantes. Informantes disseram os fatos ao rei e este ordenou que todos aqueles contra o seu favor, fosse morto secretamente.


         E assim começou a matança. O vilarejo perdeu sua verdadeira essência e era evacuado. Não festejavam mais junto ao canto do pássaro. As estações se tornaram mais sombrias sem ele. Enquanto isso dentro do castelo a esposa do rei se mostrava mais bela e amável a cada novo dia. Graças ao pássaro que cantava para ela todas as manhãs.


         Mas de uma coisa ninguém sabia: o pássaro era de fato celestial, conseguia falar. Ele saia do castelo todas as noites e ao retornar contava tudo à esposa do rei, desde as traições até as mortes desnecessárias ordenadas por seu cruel e ganancioso marido.


         Numa manhã qualquer o pássaro cantou acordando todo o castelo. O rei que havia passado a noite fora subiu até o quarto para ver sua amada. Abrindo a porta ela dormia angelicalmente, o rei se aproximou e pegou sua mão que estava fria e rígida. De seu peito já não se sentia mais as batidas do coração.


         Abalado o rei mirou todo o quarto e travou o olhar na gaiola que estava aberta. E logo outra guerra começou só que desta vez dentro do castelo. O rei a principio acusou o pássaro de matar sua esposa, o que causou muitos risos.


         Dois dias depois de má compaixão e profunda tristeza, o rei acusou a todos e matou cada um na calada da noite, cavando seu próprio túmulo na entrada do castelo.


         Os dias passaram e ninguém percebeu o silêncio do castelo, pois o rei era detestável e por isso ninguém queria ir vê-lo. No inverno, um informante chegou ao castelo e saiu no mesmo instante sem voz.


         A notícia se espalhou aos poucos, o castelo estava repleto de pessoas mortas indo de meros trabalhadores até o rei. Cobiçando a riqueza do rei morto, outros reis vieram visitar o castelo exigindo explicações dos moradores que ali ainda residiam.


         Eles contaram sobre toda a história do pássaro e ninguém acreditou, acabando como os culpados e em três dias o vilarejo foi extinto do mapa.


         Na metade do verão um rei gozava a vida como nunca. Ele matou inúmeras pessoas de vários reinos, mas julgou o feitio como positivo, pois conseguiu ficar com a maior parte das riquezas.


         No cair da noite uma canção foi ouvida no quarto deste rei. Próximo à janela um pássaro cantava tristemente. O rei se aproximou e recordou das histórias contadas pelos moradores do extinto vilarejo.


         Movido pela ganância o rei mirou o pássaro e o agarrou. Mas não conseguiu e caiu do alto do seu castelo. O pássaro seguiu pela noite mudo, nunca mais cantou.




Autor: Anderson Nascimento
-Direitos Reservados-


Dê ao autor os devidos créditos!

sábado, 23 de julho de 2011

É Preciso Saber Viver - Titãs




Composição: Erasmo Carlos / Roberto Carlos


Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver


Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher


É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, saber viver!

Viver vale a pena!




A felicidade não é algo que só acontece quando saímos de férias, vamos a uma festa ou recebemos o pagamento no fim do mês. Temos que dar um jeito de sermos felizes todos os dias. Para isso, precisamos entender o significado da felicidade.

A base da felicidade é exatamente a realização diária.

Quando você sabe gerenciar bem seu trabalho, ele se transforma numa fonte de realização. A maior parte das pessoas vê o trabalho como sobrevivência, quando o trabalho tem de ser uma fonte de prazer. A felicidade acontece quando você não consegue separar o trabalho da diversão.

É triste ver tanta gente lutando para sobreviver. E eu não falo apenas daqueles que ganham salário mínimo, mas, principalmente, de executivos que vivem angustiados com resultados, empresários que fogem dos cobradores. É muito pouco para a bênção que recebemos. São pessoas que não vivem. Apenas sobrevivem, como se estivessem numa crise asmática permanente – com falta de ar eterna, e, de vez em quando, alívio rápido e passageiro, para logo depois voltar o sufoco. Se, por acaso, você se identificou com a descrição acima, está na hora de mudar.

O mais importante: o melhor momento para ser feliz é agora! Se para ter sucesso você precisa de metas, para ser feliz você deve abandonar seus objetivos futuros. Quem põe a felicidade em algum lugar do futuro nunca vai alcançá-la. Você tem tudo de que precisa para ser feliz hoje!

Assim, não espere a promoção ou a aposentadoria para começar a ser feliz. Seja feliz todos os dias! Nem que seja um pouco, mas todos os dias! Afinal, a sensação de ser feliz é um combustível para sentirmos que viver vale a pena. E como vale!

Roberto Shinyashiki

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Aos amigos blogueiros

Estou colocando o "Seguir este blog" lá embaixo no fim do blog até que alguns avatares com fotos de sexo explicito se retirem.

Não gosto desse tipo de conteúdo e não é nada agradável ver o rosto de meus amigos misturados a este tipo de imagem.

Aliás, para estes um aviso: há coisas bem mais interessantes e úteis na rede além e bem além de sexo!

Paz Perfeita


Imagem:MukifuChic

Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita. 

Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou: 

"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."



Fonte:Contos&Parábolas

Whatever - Oasis

Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Eu sou livre para dizer tudo que eu
Tudo que eu gosto
Se está errado ou certo está tudo bem
Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja
Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no ônibus
E sem causar confusão
Domine a si mesmo
Isso não custa muito
Livre para ser tudo que você
Tudo que você diria
Se trata do meu jeito certo
Você é livre para estar onde quer que você
Onde quer que você queira
Você pode atirar no ar se você quiser
Sempre me parece
Você só vê o que pessoas querem que você veja
Quanto tempo vai ser assim
Antes de subir no ônibus
E sem causar confusão
Domine a si mesmo
Isso não custa muito
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Aqui na minha mente
Você sabe que pode encontrar
Algo que você
Você pensou que conhecia
Mas agora tudo desapareceu
E você sabe que isso não é divertido
Yeah, Eu sei que isso não é divertido
Oh, Eu sei que isso não é divertido
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Eu sou livre para ser tudo que eu
Tudo que eu escolho
E eu cantarei o Blues se quiser
Faça o que quiser
Diga o que quiser
Yeah, Eu sei que isso é certo

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sarau dos Pensadores

A Violeta que se Tornou Rainha




de Gonçalves Ribeiro






"Como Priscila gostava de flores!


Havia em sua casa um jardim muito bonito. E era nele que Priscila gostava de ficar. Passava ali o maior tempo que podia, conversando com as flores.


E não é que as flores conversavam com ela? A todas Priscila conhecia. As rosas amarelas, as rosas brancas, os cravos, as margaridas... Uma infinidade de flores.


Um dia, Priscila resolveu fazer um concurso para ver qual era a flor mais bonita.


Entrou em casa e preparou a faixa, uma faixinha pequenina, e escreveu nela o título de Rainha da Beleza.


Depois, ficou preocupada. E as outras espécies de flores? As que perderssem? Não iriam ficar contentes, não é mesmo?


O coraçãozinho de Priscila não resistiu, e ela preparou uma porção de faixinhas: Rainha da Graciosidade, Rainha do Perfume, uma porção de títulos. E para o cravo? Ah! Já sabia. E preparou uma faixa: Rei da Simpatia.


Assim, ninguém ia se aborrecer. Cada flor ia receber um título. A mais bonita de cada espécie, é claro.


Mas e as outras flores que não eram as mais bonitas? Então, ela fez mais faixinhas: Rainha da Beleza II, Rainha da Beleza III, e não sei quantas para todos os títulos.


Finalmente Priscila realizou o concurso. Uma por uma, as flores foram sendo eleitas. Logo, todas estavam com uma faixinha. Era sorriso por toda a parte. 


Foi então que Priscila ouviu um suspiro e uma voz:


- Só de mim ela não lembra!


Priscila procurou quem havia dito aquilo.


- Ué! Será que esqueci alguma flor?


Ouviu outro suspiro, procurou entre as folhas, e encontrou uma violeta.


- Eu não sabia que você morava aqui!- Disse Priscila, admirada.


- É porque sou muito humilde que ninguém lembra de mim!


- Nada disso! Aí é que está o seu valor!


Priscila entrou correndo, fez uma faixinha muito pequenininha, voltou correndo e colocou na violeta.


- Você está eleita a Rainha da Simplicidade. Só que não deu tempo de escrever o título. Também, não dava. A faixa é tão pequenininha...


A violeta ficou toda contente, depois saiu de mansinho e sumiu entre as folhagens."






Quando pequenina minha mãe comprou-nos uma coleção de livros onde cada um representava uma matéria. No livro de Português, na última página encontrei este singelo conto. Lí e reli várias vezes. Lembro-me até hoje como minha imaginação voava solta, quase que visualizando o jardim com tantas flores, o trabalho da menina em fazer tantas faixas e eu pensava: "Mas são tantas faixas e tão pequenas!Que trabalhão!"


Meses atrás, fui até a casa de mamãe vasculhar os livros antigos e tive um novo encontro no jardim de Priscila. Cresci nunca me esquecendo a bela mensagem oculta nestas linhas e hoje compartilho, lembrando a lição das violetas: para que suas delicadas pétalas se desenvolvam perfeitas e viçosas, elas brotam em botão escondidas por debaixo da folhagem.

segunda-feira, 14 de março de 2011

VF comemora 1 milhão de acessos e novo recorde de visitação e visualização de páginas




Colaboradores de VF em distintas partes do mundo comemoraram os novos números.
Comemorações marcam lançamento do vídeo "Mundo Fanzine", com imagens do Acervo VF.
- Clique aqui para assistir o clipe “Mundo Fanzine”

14/03/2011

O co-editor do portal UFOVIA, Fábio Bettinassi , comemorou as novas marcas de VF tomando vinho em Araxá.
Ele acompanhou os resultados através do contador do portal, também aberto ao acesso público.
- Clique aqui para assistir o clipe “Mundo Fanzine”

Conquistas extensivas a todos

No sábado, 14 de março de 2011, o diário digital Via Fanzine ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações de páginas, cuja contagem, se iniciou em 30 de outubro de 2007.

LEIA NA INTEGRA,AQUI!

quinta-feira, 10 de março de 2011

Que Sera Sera (Whatever Will Be, Will Be) - Doris Day




Quando eu era apenas uma menina,
Perguntei para minha mãe, 'O que vou fazer?'
Vou ser bonita?
Será que vou ser rica?
E ela disse isso pra mim:


Que Sera Sera,
Que será, será
O futuro não é nosso para vermos
Que Sera Sera,
Que será, será


Quando eu cresci e me apaixonei,
Perguntei ao meu amor, o que virá depois.
Haverá arco-íris,
dia-após?dia?
E o meu amor me disse:


Que sera, sera,
O que será, sera
o futuro não é nosso para vermos
Que sera, sera,
O que será, será


Agora eu tenho meus próprios filhos
Eles perguntam a sua mãe o que serão
Vou ser bonito?
Vou ser rico?
Digo-lhes com ternura


Que sera, sera,
O que será, será;
O futuro não é nosso para vermos.
Que sera, sera,
O que será, será.


Que Sera, Sera

quarta-feira, 9 de março de 2011

SEXTA 11 MAR :: DADA JAZZ COM MAMA GUMBO + ARTE DE YUMI SHIMADA


Sexta dia 11 é dia de experimentações musicais e gastronômicas na serralheria. O show da noite fica por conta do grupo Mama Gumbo, a discotecagem de musica livre (commons & copyleft ) é da dAdA RAdiO e o prato experimental do dia e as bebidas do bar serralhero com suas mesas coletivas contornam o ambiente de vivência do espaço serralheria! O último album do Mama Gumbo, Eletroroots, está disponível para download, sob licença livre.
 
Sobre o Mama Gumbo
Formado pelos músicos: Alex Cruz – teclados; Tiago Rigo – bateria; Márcio Bononi – percussão; Luis Jesus – bateria.
Mama Gumbo é um grupo de música instrumental criado em 2004 no subúrbio da cidade de São Paulo. A sonoridade do grupo é calcada no experimentalismo e na improvisação, unindo ritmos como o jazz, o blaxploitation, música brasileira, música moderna, triha sonora e diversas outras fontes de uma maneira atual e com muita personalidade. As apresentações englobam diversas linguagens artísticas e trazem ao palco performances, dança, mágicos, strippers, projeções e artes plásticas. O grupo já se apresentou em quase todas as casas de show da grande SP (totalizando 60 shows no ano de 2009), em festas, bares, centro culturais e eventos sociais. Dentre eles: Teta Jazz Bar, Syndikat, Clube Berlin, Ocean Clube, CB e muitos outros. Ganharam a 1° edição do Festival PIB (Produto Instrumental Bruto) e tocaram como banda madrinha na segunda edição do festival; tocaram no Festival Oqdifere (abrindo para a Nação Zumbi); no Festival Sinfonia de Cães; na Virada Cultural Paulista, em eventos da prefeitura de São Paulo, São Caetano, Santo André e Cosmópolis. Apareceram em programas da rede Cultura, MTV e na rede ABC3; fizeram a trilha sonora para o curta metragem “Uma Semana Qualquer”, compuseram, e executaram ao vivo, a trilha sonora do espetáculo de dança moderna “Mouserink”. O grupo possui quatro álbuns gravados: MAMA GUMBO (2004) – AO VIVO NO CIDADÃO DO MUNDO (2007) e ELETROROOTS (2009) e o recém lançado NA GARAGEM DOS CÃES (2011)

De 11 á 19 de Março o ESPAÇO Serralheria apresenta a mostra da artista plástica
YUMI SHIMADA

 


YUMI utiliza em seu trabalho uma mistura de técnicas, texturas e padrões para compor colagens, ilustrações  e fotografia.
“Minhas referências são os documentos antigos dos meus avós, a música, o azulejo da lavanderia, as experiências pessoais, os sentimentos, o papel velho guardado, a lembrança do passado, os momentos presentes e a ansiedade do futuro.”  Diz a artista que tem 22 anos , trabalha e vive em São Paulo.
A exposição estará aberta para visitação concomitantemente á programação da casa .

SERVIÇO
ABERTURA COM DISCOS DADA RADIO 21HS;SHOW 23H30
ENTRADA 10 REAIS (NÃO TRABALHAMOS COM CARTÕES)
SERRALHERIA – RUA GUAICURUS, 857 – LAPA (82725978/67940124)