CAMPANHA: AJUDEM O JOÃO PEDRO CONHECER O LUAN SANTANA!!!! PESSOAL, VAMOS AJUDAR O JOÃO PEDRO A ENTRAR NO CAMARIM DO LUAN SANTANA NO SHOW QUE SERÁ EM PRAIA GRANDE DIA 20/01...
ELE ADOORAA O LUAN, PRECISAMOS COMPARTILHAR PARA QUE ESSE POST CHEGUE A ATÉ A PAGINA DA TRIBUNA FM, QUE É QUEM ESTÁ ORGANIZANDO O SHOW!!!
"A Coragem de Carolina - pérolas de lágrimas" - Robert A. Schuller
Este título foi um livro que li na minha adolescência e que me ensinou muito o valor do que somos e a aceitar compreendendo também o que nos tornamos!
Em um período da sociedade humana em que perfeição é uma imagem externa trabalhada com bisturi e químicas, neste livro aprendemos que 'Ser' vai bem além disto e se sua pessoa interna não for trabalhada, não será capaz de suportar as adversidades que surgem no caminho da existência, muito menos suportá-las.
Infelizmente, o livro que eu li era de uma biblioteca, e procurando na rede não encontrei capa ou algum resumo do livro para compartilhar aqui. O livro além de ser um relato da luta de Carolina, possuí muitas fotos. Então, vou contar do que me lembro da história, pois dele só ficaram mesmo as partes mais fortes e as lições que aprendi.
"Carolina é uma pessoa real. Uma adolescente (acho que americana) no auge de sua beleza e vigor. Ela tinha um futuro promissor e estava cheia de projetos para realizar. Mas um dia,ela sofre um grave acidente e consegue sobreviver mas fica tetraplégica: não consegue mais mover o corpo do pescoço pra baixo.
Sua luta à partir daí é aceitar a sua nova condição. Seus pais empenham-se constantemente para lhe mostrar que enquanto há vida ainda se pode viver, mas sua limitação física a transforma em uma pessoa revoltada, mal humorada e arrogante - para a maioria das pessoas seria aceitável e justificável. Este seu estado interior dura pouco: a fé através da crença de seus pais vai lhe fazenco compreender porque algumas coisas acontecem na vida das pessoas e que o modo como elas encaram tudo isso pode ou não ser o fim.
A parte mais emocionante do livro é o colar de pérolas oferecido pela mãe: 'cada pérola é uma lágrima'...
Carolina enfim compreende seu novo estado e dá uma virada surpreendente na história!"
Duas frases do livro que anotei em uma agenda velha e guardei até hoje:
"CREIO EM UM DEUS GRANDE! Deus é tão grande que não podemos nem começar a entende-lo. Ninguém pode entender a eternidade. (Jó 36:26) "
"DEIXAREI QUE DEUS SE PREOCUPE EM MEU LUGAR, PORQUE DEUS FICA ACORDADO À NOITE INTEIRA, EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA. Deixem com Ele todas as suas preocupações e cuidados, pois Ele está sempre pensando em vocês e vigiando tudo o que se relaciona com vocês. (I Pedro 5:7)"
A última sinfonia entoada pelas árvores no crepúsculo Das arritmias de minha alma com os pulsos sangrando, E tudo o que senti, vi, procurei, quis, passa ofuscando Em um efêmero segundo nas retinas antes ávidas de viver; porém pulo
Em meu próprio auto-abismo, rendo-me enfim a navalha da Tristeza. Queria antes disso ver pela última vez o sorriso da Inocência Encarnados no rosto lírico que emana de meu sobrinho da Vida a beleza, E que tanto busquei dentro de mim, no mundo, e no âmago da Ciência.
Clamam a mim em todos os meus átomos os múltiplos olhares De todos os cadáveres, abrindo as portas do Desconhecido Para o Cosmo metafísico, e das personas em quem eu poderia ter sido; _ “Bem-Vindo Irmão”, saúda-me a Morte aspergindo os mares
Eternos das decomposições, dos rios de vermes, no fogo eterno do esquecimento Onde meu ser abraçou com tanto fervor, sede, volúpia e castidade o mundo e a vida, E eu vago sozinho sem memória, sem corpo, sem esperanças no Hades, desprovida A minha alma que sempre foi metafórica, vocabular, uma invenção do humano embrutecimento.
Não vos entristeçam pai e mãe com meus erros, pecados e minha ida definitiva; Não procureis em vós mesmos, e nem no mundo, remorsos, culpados e ressentimentos; Vós não necessitais buscar as causas e explicações para de meu ser os reais desmoronamentos, Seis irmãos: lembrem-se de que dentro de vós alguma fagulha de mim permanecerá viva.
Os Lírios de nossa infância (meu genial e lindo irmão de 1982) Ainda inebriagam com alegria o quintal, as aventuras, a antiga casa; Éramos sim tão felizes, mas sou agora uma casca vazia, morta, sem asa; E de tanto mergulhar em nossa infância, perdi-me do Hoje e de todo Depois.
Cantando, blasfemando, festejando de tão ébrio da Vida como seu maior adorador, No barco de Caronte sigo rindo de Deus, de mim mesmo e dos divinizados Nadas; Prostituí-me com o Inferno depois do divórcio da Vida com suas ciladas: Ao me vender e me trair com um beijo e por duas moedas; eu: seu amante de tanto ardor.
Fiz da Morte e da Vida minha tragédia e meu drama quixotesco, Onde usei máscaras, fiz amigos, chorei alegrias e orvalhei lágrimas; Dói de antemão a ausência de novas músicas, outros livros, tudo o que é burlesco Em nossas vidas, cujo amanhã estenderá uma outra mão para escrever rimas
Num outro contexto social, histórico, cultural, no mesmo ciclo repetitivo; Onde meu corpo, minhas palavras, minha consciência se dissiparão no inaudito coração. Um último gole a fim de que zombemos face-a-face o absurdo de tudo o que é vivo, Ou o que é suposto como real, molecular, ou divino; risível e belo são os réquiens da criação.
Gilliard Alves Rodrigues
5h32min 21-09-11 Direitos Reservados - Dê ao autor os devidos créditos
Eu sou nuvem passageira Que com o vento se vai Eu sou como um cristal bonito Que se quebra quando cai
Não adianta escrever meu nome numa pedra Pois esta pedra em pó vai se transformar Você não vê que a vida corre contra o tempo Sou um castelo de areia na beira do mar
A lua cheia convida para um longo beijo Mas o relógio te cobra o dia de amanhã Estou sozinho, perdido e louco no meu leito E a namorada analisada por sobre o divã
Por isso agora o que eu quero é dançar na chuva Não quero nem saber de me fazer, ou me matar Eu vou deixar um dia a vida e a minha energia Sou um castelo de areia na beira do mar
Foi nos bailes da vida ou num bar Em troca de pão Que muita gente boa pôs o pé na profissão De tocar um instrumento e de cantar Não importando se quem pagou quis ouvir Foi assim Cantar era buscar o caminho Que vai dar no sol Tenho comigo as lembranças do que eu era Para cantar nada era longe tudo tão bom Até a estrada de terra na boléia de caminhão Era assim Com a roupa encharcada e a alma Repleta de chão Todo artista tem de ir aonde o povo está Se for assim, assim será Cantando me disfarço e não me canso de viver nem de cantar
Para: Boca de Valores, Fábio da Mundo Novo, Paulinho Parada, Luiz Alberto Machado, Marcelo Diniz, Vexus, Marcelo Bechaga e todos os meus amigos músicos!
Se você concorda comigo que o riso é o melhor remédio, sugiro um lugar onde as doses serão generosas e você terá mais que risos: serão tantas gargalhadas que qualquer bicho ruim em você será exorcizado!
Para suas doses de Quintas-feiras a opção é o Humor de Salto Alto! Criss Paiva, Marley Cevada (a Nina de A Praça é Nossa) e Micheli Machado formam o trio que fará você chorar de rir depois de confraternizar com seus amigos. Não duvido nada que, assim como eu, você saia de lá exausto de tanto rir!
O show Stand Up acontece no bar Beverly Hills às 21:30 onde o anúncio diz que "Não basta ser engraçada, tem que ser diva!" e ainda oferece risos extras com o 'mestre de cerimônias' que é um convidado surpresa - no dia que fui o convidado era o ator Robson Nunes, famoso pela célebre cena do filme Carandiru (o rapaz que depois do massacre senta em sua cama e lê a carta enviada pela mãe em meio a vários corpos).
O ambiente é super agradável! A primeira vista parece pequeno mas é muito aconchegante, a decoração bem sugestiva com o tema cinema e o atendimento de primeira. Quando pedir o acompanhamento para sua bebida, experimente o pastelzinho de lá: delícia!
Não se esqueça de um detalhe: lá é tão bom que é preciso fazer reserva, tá? E claro, os outros dias da semana terão doses de risos garantidos!
O Bar Beverly Hills fica na Av. Jurucê, 1001 - Moema - São Paulo Para mais Informações e Reservas os telefones são: (11) 5054-3815 (11) 8111-4281 Você ainda pode entrar em contato pelo email: contato@humordesaltoalto.com.br
Se você curte ouvir as músicas que compõe a trilha sonora de sua vida sua opção é a Rádio Mundial Net!
Só as melhores e aquelas que você não ouve em lugar nenhum reunidas num mesmo lugar!
Você ainda pode pedir sua música enviando uma mensagem para mundialnet@mundialnet.org e oferecer para quem quiser! Não se esqueça de dizer seu nome e a cidade onde mora, ok?
Além de ouvir suas músicas preferidas, tem tradução, oferecimentos e um chat onde você interage com outros ouvintes, fazendo novos amigos!
Amanhã! Será um lindo dia Da mais louca alegria Que se possa imaginar Amanhã! Redobrada a força Prá cima que não cessa Há de vingar Amanhã! Mais nenhum mistério Acima do ilusório O astro rei vai brilhar Amanhã! A luminosidade Alheia a qualquer vontade Há de imperar! Há de imperar! Amanhã! Está toda a esperança Por menor que pareça Existe e é prá vicejar Amanhã! Apesar de hoje Será a estrada que surge Prá se trilhar Amanhã! Mesmo que uns não queiram Será de outros que esperam Ver o dia raiar Amanhã! Ódios aplacados Temores abrandados Será pleno! Será pleno!
No cair de uma noite um rápido canto se iniciou. Mas contrário do que pensavam a canção não era produzida por nenhum humano e sim por um pássaro.
Neste pequeno vilarejo todos já estavam acostumados a viver de um modo passivo, a escutar belas melodias da natureza, mas nada se comparava ao som do tal pássaro.
Poetas do vilarejo definiam seu som como uma nova moradia, um modo de viajar no interior dos pensamentos.
Simplesmente celestial e surreal.
E assim ficou conhecido, o pássaro celestial. Só havia um problema, apenas no cair da noite de cada estação o pássaro cantava. Tentaram caçá-lo, vê-lo de alguma maneira sendo todas as tentativas em vão.
Sua voz surgia do nada e a notícia do pássaro que cantava acalmando a alma se espalhou entre todos. Então no começo de cada estação uma multidão se reunia no centro do vilarejo e escutavam silenciosa a canção do pássaro. Quando encerrada, uma fogueira era acesa e todos festejavam pelo resto da noite.
Certa vez o rei do vilarejo onde o pássaro cantava ordenou que o capturassem. Por duas estações o pássaro foi visto antes de partir e na última do ano, num reflexo que o caçador julgou ser sorte, conseguiu capturá-lo.
Toda a multidão protestou, mas nada poderiam fazer contra o rei. O motivo dele tanto querer o pássaro era absurdo: sua amada estava triste, então talvez a tal canção tão aclamada a alegrasse um pouco.
Indignados, os moradores do vilarejo se perguntavam por que a esposa do rei não poderia vir ao vilarejo escutar a canção junto a eles, os pobres.
E assim muitos falatórios começaram. Diziam que o rei não amava verdadeiramente sua esposa e que tinha inúmeras amantes. Informantes disseram os fatos ao rei e este ordenou que todos aqueles contra o seu favor, fosse morto secretamente.
E assim começou a matança. O vilarejo perdeu sua verdadeira essência e era evacuado. Não festejavam mais junto ao canto do pássaro. As estações se tornaram mais sombrias sem ele. Enquanto isso dentro do castelo a esposa do rei se mostrava mais bela e amável a cada novo dia. Graças ao pássaro que cantava para ela todas as manhãs.
Mas de uma coisa ninguém sabia: o pássaro era de fato celestial, conseguia falar. Ele saia do castelo todas as noites e ao retornar contava tudo à esposa do rei, desde as traições até as mortes desnecessárias ordenadas por seu cruel e ganancioso marido.
Numa manhã qualquer o pássaro cantou acordando todo o castelo. O rei que havia passado a noite fora subiu até o quarto para ver sua amada. Abrindo a porta ela dormia angelicalmente, o rei se aproximou e pegou sua mão que estava fria e rígida. De seu peito já não se sentia mais as batidas do coração.
Abalado o rei mirou todo o quarto e travou o olhar na gaiola que estava aberta. E logo outra guerra começou só que desta vez dentro do castelo. O rei a principio acusou o pássaro de matar sua esposa, o que causou muitos risos.
Dois dias depois de má compaixão e profunda tristeza, o rei acusou a todos e matou cada um na calada da noite, cavando seu próprio túmulo na entrada do castelo.
Os dias passaram e ninguém percebeu o silêncio do castelo, pois o rei era detestável e por isso ninguém queria ir vê-lo. No inverno, um informante chegou ao castelo e saiu no mesmo instante sem voz.
A notícia se espalhou aos poucos, o castelo estava repleto de pessoas mortas indo de meros trabalhadores até o rei. Cobiçando a riqueza do rei morto, outros reis vieram visitar o castelo exigindo explicações dos moradores que ali ainda residiam.
Eles contaram sobre toda a história do pássaro e ninguém acreditou, acabando como os culpados e em três dias o vilarejo foi extinto do mapa.
Na metade do verão um rei gozava a vida como nunca. Ele matou inúmeras pessoas de vários reinos, mas julgou o feitio como positivo, pois conseguiu ficar com a maior parte das riquezas.
No cair da noite uma canção foi ouvida no quarto deste rei. Próximo à janela um pássaro cantava tristemente. O rei se aproximou e recordou das histórias contadas pelos moradores do extinto vilarejo.
Movido pela ganância o rei mirou o pássaro e o agarrou. Mas não conseguiu e caiu do alto do seu castelo. O pássaro seguiu pela noite mudo, nunca mais cantou.
Quem espera que a vida Seja feita de ilusão Pode até ficar maluco Ou morrer na solidão É preciso ter cuidado Pra mais tarde não sofrer É preciso saber viver
Toda pedra do caminho Você pode retirar Numa flor que tem espinhos Você pode se arranhar Se o bem e o mal existem Você pode escolher
É preciso saber viver É preciso saber viver É preciso saber viver É preciso saber viver Saber viver, saber viver!
A felicidade não é algo que só acontece quando saímos de férias, vamos a uma festa ou recebemos o pagamento no fim do mês. Temos que dar um jeito de sermos felizes todos os dias. Para isso, precisamos entender o significado da felicidade.A base da felicidade é exatamente a realização diária.Quando você sabe gerenciar bem seu trabalho, ele se transforma numa fonte de realização. A maior parte das pessoas vê o trabalho como sobrevivência, quando o trabalho tem de ser uma fonte de prazer. A felicidade acontece quando você não consegue separar o trabalho da diversão.É triste ver tanta gente lutando para sobreviver. E eu não falo apenas daqueles que ganham salário mínimo, mas, principalmente, de executivos que vivem angustiados com resultados, empresários que fogem dos cobradores. É muito pouco para a bênção que recebemos. São pessoas que não vivem. Apenas sobrevivem, como se estivessem numa crise asmática permanente – com falta de ar eterna, e, de vez em quando, alívio rápido e passageiro, para logo depois voltar o sufoco. Se, por acaso, você se identificou com a descrição acima, está na hora de mudar.O mais importante: o melhor momento para ser feliz é agora! Se para ter sucesso você precisa de metas, para ser feliz você deve abandonar seus objetivos futuros. Quem põe a felicidade em algum lugar do futuro nunca vai alcançá-la. Você tem tudo de que precisa para ser feliz hoje!Assim, não espere a promoção ou a aposentadoria para começar a ser feliz. Seja feliz todos os dias! Nem que seja um pouco, mas todos os dias! Afinal, a sensação de ser feliz é um combustível para sentirmos que viver vale a pena. E como vale!Roberto Shinyashiki
Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita.
Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou:
"Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas Ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, Permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."
Havia em sua casa um jardim muito bonito. E era nele que Priscila gostava de ficar. Passava ali o maior tempo que podia, conversando com as flores.
E não é que as flores conversavam com ela? A todas Priscila conhecia. As rosas amarelas, as rosas brancas, os cravos, as margaridas... Uma infinidade de flores.
Um dia, Priscila resolveu fazer um concurso para ver qual era a flor mais bonita.
Entrou em casa e preparou a faixa, uma faixinha pequenina, e escreveu nela o título de Rainha da Beleza.
Depois, ficou preocupada. E as outras espécies de flores? As que perderssem? Não iriam ficar contentes, não é mesmo?
O coraçãozinho de Priscila não resistiu, e ela preparou uma porção de faixinhas: Rainha da Graciosidade, Rainha do Perfume, uma porção de títulos. E para o cravo? Ah! Já sabia. E preparou uma faixa: Rei da Simpatia.
Assim, ninguém ia se aborrecer. Cada flor ia receber um título. A mais bonita de cada espécie, é claro.
Mas e as outras flores que não eram as mais bonitas? Então, ela fez mais faixinhas: Rainha da Beleza II, Rainha da Beleza III, e não sei quantas para todos os títulos.
Finalmente Priscila realizou o concurso. Uma por uma, as flores foram sendo eleitas. Logo, todas estavam com uma faixinha. Era sorriso por toda a parte.
Foi então que Priscila ouviu um suspiro e uma voz:
- Só de mim ela não lembra!
Priscila procurou quem havia dito aquilo.
- Ué! Será que esqueci alguma flor?
Ouviu outro suspiro, procurou entre as folhas, e encontrou uma violeta.
- Eu não sabia que você morava aqui!- Disse Priscila, admirada.
- É porque sou muito humilde que ninguém lembra de mim!
- Nada disso! Aí é que está o seu valor!
Priscila entrou correndo, fez uma faixinha muito pequenininha, voltou correndo e colocou na violeta.
- Você está eleita a Rainha da Simplicidade. Só que não deu tempo de escrever o título. Também, não dava. A faixa é tão pequenininha...
A violeta ficou toda contente, depois saiu de mansinho e sumiu entre as folhagens."
Quando pequenina minha mãe comprou-nos uma coleção de livros onde cada um representava uma matéria. No livro de Português, na última página encontrei este singelo conto. Lí e reli várias vezes. Lembro-me até hoje como minha imaginação voava solta, quase que visualizando o jardim com tantas flores, o trabalho da menina em fazer tantas faixas e eu pensava: "Mas são tantas faixas e tão pequenas!Que trabalhão!"
Meses atrás, fui até a casa de mamãe vasculhar os livros antigos e tive um novo encontro no jardim de Priscila. Cresci nunca me esquecendo a bela mensagem oculta nestas linhas e hoje compartilho, lembrando a lição das violetas: para que suas delicadas pétalas se desenvolvam perfeitas e viçosas, elas brotam em botão escondidas por debaixo da folhagem.
No sábado, 14 de março de 2011, o diário digital Via Fanzine ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações de páginas, cuja contagem, se iniciou em 30 de outubro de 2007.
Sexta dia 11 é dia de experimentações musicais e gastronômicas na serralheria. O show da noite fica por conta do grupo Mama Gumbo, a discotecagem de musica livre (commons & copyleft ) é da dAdA RAdiO e o prato experimental do dia e as bebidas do bar serralhero com suas mesas coletivas contornam o ambiente de vivência do espaço serralheria! O último album do Mama Gumbo, Eletroroots, está disponível para download, sob licença livre.
Sobre o Mama Gumbo
Formado pelos músicos: Alex Cruz – teclados; Tiago Rigo – bateria; Márcio Bononi – percussão; Luis Jesus – bateria.
Mama Gumbo é um grupo de música instrumental criado em 2004 no subúrbio da cidade de São Paulo. A sonoridade do grupo é calcada no experimentalismo e na improvisação, unindo ritmos como o jazz, o blaxploitation, música brasileira, música moderna, triha sonora e diversas outras fontes de uma maneira atual e com muita personalidade. As apresentações englobam diversas linguagens artísticas e trazem ao palco performances, dança, mágicos, strippers, projeções e artes plásticas. O grupo já se apresentou em quase todas as casas de show da grande SP (totalizando 60 shows no ano de 2009), em festas, bares, centro culturais e eventos sociais. Dentre eles: Teta Jazz Bar, Syndikat, Clube Berlin, Ocean Clube, CB e muitos outros. Ganharam a 1° edição do Festival PIB (Produto Instrumental Bruto) e tocaram como banda madrinha na segunda edição do festival; tocaram no Festival Oqdifere (abrindo para a Nação Zumbi); no Festival Sinfonia de Cães; na Virada Cultural Paulista, em eventos da prefeitura de São Paulo, São Caetano, Santo André e Cosmópolis. Apareceram em programas da rede Cultura, MTV e na rede ABC3; fizeram a trilha sonora para o curta metragem “Uma Semana Qualquer”, compuseram, e executaram ao vivo, a trilha sonora do espetáculo de dança moderna “Mouserink”. O grupo possui quatro álbuns gravados: MAMA GUMBO (2004) – AO VIVO NO CIDADÃO DO MUNDO (2007) e ELETROROOTS (2009) e o recém lançado NA GARAGEM DOS CÃES (2011)
De 11 á 19 de Março o ESPAÇO Serralheria apresenta a mostra da artista plástica
YUMI SHIMADA
YUMI utiliza em seu trabalho uma mistura de técnicas, texturas e padrões para compor colagens, ilustrações e fotografia.
“Minhas referências são os documentos antigos dos meus avós, a música, o azulejo da lavanderia, as experiências pessoais, os sentimentos, o papel velho guardado, a lembrança do passado, os momentos presentes e a ansiedade do futuro.” Diz a artista que tem 22 anos , trabalha e vive em São Paulo.
A exposição estará aberta para visitação concomitantemente á programação da casa .
SERVIÇO
ABERTURA COM DISCOS DADA RADIO 21HS;SHOW 23H30 ENTRADA 10 REAIS (NÃO TRABALHAMOS COM CARTÕES) SERRALHERIA – RUA GUAICURUS, 857 – LAPA (82725978/67940124)